Suas palavras me ensinam o contrário.
A verdade que se mostra está escondida no armário.
Aquele terno velho já faz parte da lembrança
E a solução para os problemas está contida na mudança.
Desviar o olhar daquilo que você me diz
Me faz enxergar um caminho mais feliz
E a vida entre nós já não se mostra como antigamente.
Admita que certa vez tenha errado,
Que conduziu sua bicicleta para um outro lado
E depois venha me chamar de mal criado.
Nem tudo que se cria tem que ser nosso criado.
À luz da lamparina continua a caminhada
E os verbos que assumo devem ser minha jogada.
Se te digo que não amas, a sentença está errada.
Se percebes o que quero, nossa vida é mudada.
Depende da gente escolher cada caminho
E se for preciso, caminharei simples e sozinho.
sábado, 30 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Chorei
Choro a lágrima seca de viver em alegria.
Conhecer-se é enxugar-se na alma lavada
e estampar num semblante límpido,
a beleza de ser simplesmente feliz.
Conhecer-se é enxugar-se na alma lavada
e estampar num semblante límpido,
a beleza de ser simplesmente feliz.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Sinestesia do Acaso
Canta-te homem espontâneo, inigualável e cruel.
Permita uma batida fina, esperta, arritmada que expire essa ilustre alcateia ruiva e imponente.
Um martelo cerebelo que alavanca um esboço e o cadáver intrigante no galope matinal.
Machuque aqueles que se tingem nesse som marcado de repulsa e ousadia.
Um babaca espantado, uma eletro menopausa, sem a vila mentecapita de uma febre helicoidal.
Sua veste mentirosa, uma traça vertical, o casebre que tu compras não estancas o vitral.
Sol de ideias pitorescas, marca-passo tombado, um soluço esvairido de tutelas e caciques.
Avenida sempre atenua, impermeável fogueira elegante. Ímpar e tosco a beleza fincada nesta marcha rebuscada de esferas obscuras, disparada em alvo tal.
Prontificas libertando o ego vasto divinal, sem cachaça de paisagem nem palavras cartunísticas.
Nunca esperes um final.
Permita uma batida fina, esperta, arritmada que expire essa ilustre alcateia ruiva e imponente.
Um martelo cerebelo que alavanca um esboço e o cadáver intrigante no galope matinal.
Machuque aqueles que se tingem nesse som marcado de repulsa e ousadia.
Um babaca espantado, uma eletro menopausa, sem a vila mentecapita de uma febre helicoidal.
Sua veste mentirosa, uma traça vertical, o casebre que tu compras não estancas o vitral.
Sol de ideias pitorescas, marca-passo tombado, um soluço esvairido de tutelas e caciques.
Avenida sempre atenua, impermeável fogueira elegante. Ímpar e tosco a beleza fincada nesta marcha rebuscada de esferas obscuras, disparada em alvo tal.
Prontificas libertando o ego vasto divinal, sem cachaça de paisagem nem palavras cartunísticas.
Nunca esperes um final.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Presente
Corra, não pare, não pense nisso,
Veja isso, tenho dito, tente aquilo novamente.
É mente nova, novidade,
Sem idade, sem memória, onde mora,
Minha história é o presente.
Momento raro que reparo no relógio
Que não para e não tem pressa
De me ver alegremente.
Sinceridade, honestidade e humildade
São as chaves do sucesso
E não se esqueça do presente.
Veja isso, tenho dito, tente aquilo novamente.
É mente nova, novidade,
Sem idade, sem memória, onde mora,
Minha história é o presente.
Momento raro que reparo no relógio
Que não para e não tem pressa
De me ver alegremente.
Sinceridade, honestidade e humildade
São as chaves do sucesso
E não se esqueça do presente.
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