Ouvi murmúrios.
Arrependidos do escândalo estavam.
Todos, sem exceção!
Maldição...
Gritos e solidão ofuscam o sol.
Nuvens grotescas de desilusão.
Desfaçecem...
Arrepios!
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Mutua Ação
A simbólica forma de se impor diante do cotidiano, por muitas vezes, compromete aquilo que se deseja. E como máscaras, nossas expressões tornam-se impressões tão pouco convincentes que, reflexões em pedaços quebrados nos mostram uma realidade inexplicavelmente falsa.
Um tanto quanto deprimente, mas sentida com a transformação de sóis em luas.
sábado, 30 de maio de 2009
Caminhos
Suas palavras me ensinam o contrário.
A verdade que se mostra está escondida no armário.
Aquele terno velho já faz parte da lembrança
E a solução para os problemas está contida na mudança.
Desviar o olhar daquilo que você me diz
Me faz enxergar um caminho mais feliz
E a vida entre nós já não se mostra como antigamente.
Admita que certa vez tenha errado,
Que conduziu sua bicicleta para um outro lado
E depois venha me chamar de mal criado.
Nem tudo que se cria tem que ser nosso criado.
À luz da lamparina continua a caminhada
E os verbos que assumo devem ser minha jogada.
Se te digo que não amas, a sentença está errada.
Se percebes o que quero, nossa vida é mudada.
Depende da gente escolher cada caminho
E se for preciso, caminharei simples e sozinho.
A verdade que se mostra está escondida no armário.
Aquele terno velho já faz parte da lembrança
E a solução para os problemas está contida na mudança.
Desviar o olhar daquilo que você me diz
Me faz enxergar um caminho mais feliz
E a vida entre nós já não se mostra como antigamente.
Admita que certa vez tenha errado,
Que conduziu sua bicicleta para um outro lado
E depois venha me chamar de mal criado.
Nem tudo que se cria tem que ser nosso criado.
À luz da lamparina continua a caminhada
E os verbos que assumo devem ser minha jogada.
Se te digo que não amas, a sentença está errada.
Se percebes o que quero, nossa vida é mudada.
Depende da gente escolher cada caminho
E se for preciso, caminharei simples e sozinho.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Chorei
Choro a lágrima seca de viver em alegria.
Conhecer-se é enxugar-se na alma lavada
e estampar num semblante límpido,
a beleza de ser simplesmente feliz.
Conhecer-se é enxugar-se na alma lavada
e estampar num semblante límpido,
a beleza de ser simplesmente feliz.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Sinestesia do Acaso
Canta-te homem espontâneo, inigualável e cruel.
Permita uma batida fina, esperta, arritmada que expire essa ilustre alcateia ruiva e imponente.
Um martelo cerebelo que alavanca um esboço e o cadáver intrigante no galope matinal.
Machuque aqueles que se tingem nesse som marcado de repulsa e ousadia.
Um babaca espantado, uma eletro menopausa, sem a vila mentecapita de uma febre helicoidal.
Sua veste mentirosa, uma traça vertical, o casebre que tu compras não estancas o vitral.
Sol de ideias pitorescas, marca-passo tombado, um soluço esvairido de tutelas e caciques.
Avenida sempre atenua, impermeável fogueira elegante. Ímpar e tosco a beleza fincada nesta marcha rebuscada de esferas obscuras, disparada em alvo tal.
Prontificas libertando o ego vasto divinal, sem cachaça de paisagem nem palavras cartunísticas.
Nunca esperes um final.
Permita uma batida fina, esperta, arritmada que expire essa ilustre alcateia ruiva e imponente.
Um martelo cerebelo que alavanca um esboço e o cadáver intrigante no galope matinal.
Machuque aqueles que se tingem nesse som marcado de repulsa e ousadia.
Um babaca espantado, uma eletro menopausa, sem a vila mentecapita de uma febre helicoidal.
Sua veste mentirosa, uma traça vertical, o casebre que tu compras não estancas o vitral.
Sol de ideias pitorescas, marca-passo tombado, um soluço esvairido de tutelas e caciques.
Avenida sempre atenua, impermeável fogueira elegante. Ímpar e tosco a beleza fincada nesta marcha rebuscada de esferas obscuras, disparada em alvo tal.
Prontificas libertando o ego vasto divinal, sem cachaça de paisagem nem palavras cartunísticas.
Nunca esperes um final.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Presente
Corra, não pare, não pense nisso,
Veja isso, tenho dito, tente aquilo novamente.
É mente nova, novidade,
Sem idade, sem memória, onde mora,
Minha história é o presente.
Momento raro que reparo no relógio
Que não para e não tem pressa
De me ver alegremente.
Sinceridade, honestidade e humildade
São as chaves do sucesso
E não se esqueça do presente.
Veja isso, tenho dito, tente aquilo novamente.
É mente nova, novidade,
Sem idade, sem memória, onde mora,
Minha história é o presente.
Momento raro que reparo no relógio
Que não para e não tem pressa
De me ver alegremente.
Sinceridade, honestidade e humildade
São as chaves do sucesso
E não se esqueça do presente.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Bonita
Oh bonita, tão ousada foste escrita
Tão sinceros teus sussurros
que só ouvem quando grita.
Oh aflita, nas escuras se esconde
e no branco se corrompe,
Homens sérios te procuram
Homens cegos que te comprem.
Foste feita para amar,
pra viver e derramar
No teu colo se aconchegam
No teu choro se destroem
O amargo gosto desse beijo
só o é, por existir um lado doce.
Oh maldita, me esculhamba todo dia
Quando antes tu sorrias,
Meu desejo era brincar.
A inocência conheceu a incoerência
e a um passo da demência
resolveu se apoderar.
Tudo pode, tudo deve
mas se deve, nada pode.
Oh bonita, no teu ciclo fui chamado,
em teu seio me deitei.
Hoje enxergo a elegância
dos teu perfeitos traços.
Se pra outros tu irritas
eu te digo: Oh Bonita!
Tão sinceros teus sussurros
que só ouvem quando grita.
Oh aflita, nas escuras se esconde
e no branco se corrompe,
Homens sérios te procuram
Homens cegos que te comprem.
Foste feita para amar,
pra viver e derramar
No teu colo se aconchegam
No teu choro se destroem
O amargo gosto desse beijo
só o é, por existir um lado doce.
Oh maldita, me esculhamba todo dia
Quando antes tu sorrias,
Meu desejo era brincar.
A inocência conheceu a incoerência
e a um passo da demência
resolveu se apoderar.
Tudo pode, tudo deve
mas se deve, nada pode.
Oh bonita, no teu ciclo fui chamado,
em teu seio me deitei.
Hoje enxergo a elegância
dos teu perfeitos traços.
Se pra outros tu irritas
eu te digo: Oh Bonita!
terça-feira, 31 de março de 2009
Ensaio Comum
A vida parte do indivíduo e se espalha em um impulso divino através das relações interpessoais. Sendo assim, comunicar é tornar comum aquilo que está em si.
O acesso de todos à três pilares básicos da vida moderna, saúde/comida, moradia e educação/cultura, ainda encontra-se no campo da utopia, mas parece caminhar para uma realidade ou no mínimo uma necessidade. Quando isso se tornar verdade, seja qual for a maneira, o homem novamente dará um passo no cenário evolutivo.
O relacionamento interpessoal irá se basear numa vibração de amor e irá reverberar de fato e sublime, pois o amor é nossa lei. Novos conteúdos serão criados em benefício de todos e o estímulo não se dará financeiramente, mas sim na facilidade ao acesso comum. É quando o egoísmo será altruísta e vice-versa.
Enquanto aguardamos, há a necessidade de se adaptar, mas nunca acomodar. A vibração positiva será o motor e sua existência, ao ser ampliada, transformará nossa sociedade. Vivemos a era da comunicação, a ação em direção ao comum.
Sou comunicador e trabalho em função da humanidade.
O acesso de todos à três pilares básicos da vida moderna, saúde/comida, moradia e educação/cultura, ainda encontra-se no campo da utopia, mas parece caminhar para uma realidade ou no mínimo uma necessidade. Quando isso se tornar verdade, seja qual for a maneira, o homem novamente dará um passo no cenário evolutivo.
O relacionamento interpessoal irá se basear numa vibração de amor e irá reverberar de fato e sublime, pois o amor é nossa lei. Novos conteúdos serão criados em benefício de todos e o estímulo não se dará financeiramente, mas sim na facilidade ao acesso comum. É quando o egoísmo será altruísta e vice-versa.
Enquanto aguardamos, há a necessidade de se adaptar, mas nunca acomodar. A vibração positiva será o motor e sua existência, ao ser ampliada, transformará nossa sociedade. Vivemos a era da comunicação, a ação em direção ao comum.
Sou comunicador e trabalho em função da humanidade.
Auge
Sinto dó,
de quem se sente só
e se resume ao pó.
Me dá um nó na garganta,
ver alguém que se levanta e caminha em marcha ré.
Como é que é, acordar pela manhã e sentir a agonia
de que este é apenas mais um dia:
trabalhar comer e dormir.
Não, não durma no ponto,
não seja um tonto, pois a vida é mais fácil que parece.
Apareça, como o céu que aquece meu sistema.
Que dilema, ter que ser parecido com alguém
para ser conhecido por ninguém,
pois ninguém me conhece de verdade,
na verdade prevalece a falsidade,
neste mundo onde posso estar aqui
e falar com quem tá lá,
lá bem pra lá do fim do mundo,
onde eu vou em um segundo,
mas não tenho nem um tempo pra cantar.
O homem só irá cair em si,
quando o si conseguir tornar-se nós.
de quem se sente só
e se resume ao pó.
Me dá um nó na garganta,
ver alguém que se levanta e caminha em marcha ré.
Como é que é, acordar pela manhã e sentir a agonia
de que este é apenas mais um dia:
trabalhar comer e dormir.
Não, não durma no ponto,
não seja um tonto, pois a vida é mais fácil que parece.
Apareça, como o céu que aquece meu sistema.
Que dilema, ter que ser parecido com alguém
para ser conhecido por ninguém,
pois ninguém me conhece de verdade,
na verdade prevalece a falsidade,
neste mundo onde posso estar aqui
e falar com quem tá lá,
lá bem pra lá do fim do mundo,
onde eu vou em um segundo,
mas não tenho nem um tempo pra cantar.
O homem só irá cair em si,
quando o si conseguir tornar-se nós.
Fuga
Fugiu por medo e correu,
correu além do cansaço,
sem descanso, onde nem o amor
poderia alcançá-lo;
Tentou voltar mas o tempo
desfez os antigos caminhos
e ofereceu apenas novos rumos,
porém inseguros;
Teve medo, desanimou, quase desistiu,
e se viu solitário num mundo,
não de sonhos, mas sim pecador,
por excluir o desejo de ser feliz;
Ainda sobrevive com pontas de esperança,
segue em frente, devagar, quase parando.
Falta pouco para o fim,
ou para um novo começo;
Ninguém sabe o que nos espera,
nem ele, o Homem.
correu além do cansaço,
sem descanso, onde nem o amor
poderia alcançá-lo;
Tentou voltar mas o tempo
desfez os antigos caminhos
e ofereceu apenas novos rumos,
porém inseguros;
Teve medo, desanimou, quase desistiu,
e se viu solitário num mundo,
não de sonhos, mas sim pecador,
por excluir o desejo de ser feliz;
Ainda sobrevive com pontas de esperança,
segue em frente, devagar, quase parando.
Falta pouco para o fim,
ou para um novo começo;
Ninguém sabe o que nos espera,
nem ele, o Homem.
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