Fugiu por medo e correu,
correu além do cansaço,
sem descanso, onde nem o amor
poderia alcançá-lo;
Tentou voltar mas o tempo
desfez os antigos caminhos
e ofereceu apenas novos rumos,
porém inseguros;
Teve medo, desanimou, quase desistiu,
e se viu solitário num mundo,
não de sonhos, mas sim pecador,
por excluir o desejo de ser feliz;
Ainda sobrevive com pontas de esperança,
segue em frente, devagar, quase parando.
Falta pouco para o fim,
ou para um novo começo;
Ninguém sabe o que nos espera,
nem ele, o Homem.
terça-feira, 31 de março de 2009
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