A vida parte do indivíduo e se espalha em um impulso divino através das relações interpessoais. Sendo assim, comunicar é tornar comum aquilo que está em si.
O acesso de todos à três pilares básicos da vida moderna, saúde/comida, moradia e educação/cultura, ainda encontra-se no campo da utopia, mas parece caminhar para uma realidade ou no mínimo uma necessidade. Quando isso se tornar verdade, seja qual for a maneira, o homem novamente dará um passo no cenário evolutivo.
O relacionamento interpessoal irá se basear numa vibração de amor e irá reverberar de fato e sublime, pois o amor é nossa lei. Novos conteúdos serão criados em benefício de todos e o estímulo não se dará financeiramente, mas sim na facilidade ao acesso comum. É quando o egoísmo será altruísta e vice-versa.
Enquanto aguardamos, há a necessidade de se adaptar, mas nunca acomodar. A vibração positiva será o motor e sua existência, ao ser ampliada, transformará nossa sociedade. Vivemos a era da comunicação, a ação em direção ao comum.
Sou comunicador e trabalho em função da humanidade.
terça-feira, 31 de março de 2009
Auge
Sinto dó,
de quem se sente só
e se resume ao pó.
Me dá um nó na garganta,
ver alguém que se levanta e caminha em marcha ré.
Como é que é, acordar pela manhã e sentir a agonia
de que este é apenas mais um dia:
trabalhar comer e dormir.
Não, não durma no ponto,
não seja um tonto, pois a vida é mais fácil que parece.
Apareça, como o céu que aquece meu sistema.
Que dilema, ter que ser parecido com alguém
para ser conhecido por ninguém,
pois ninguém me conhece de verdade,
na verdade prevalece a falsidade,
neste mundo onde posso estar aqui
e falar com quem tá lá,
lá bem pra lá do fim do mundo,
onde eu vou em um segundo,
mas não tenho nem um tempo pra cantar.
O homem só irá cair em si,
quando o si conseguir tornar-se nós.
de quem se sente só
e se resume ao pó.
Me dá um nó na garganta,
ver alguém que se levanta e caminha em marcha ré.
Como é que é, acordar pela manhã e sentir a agonia
de que este é apenas mais um dia:
trabalhar comer e dormir.
Não, não durma no ponto,
não seja um tonto, pois a vida é mais fácil que parece.
Apareça, como o céu que aquece meu sistema.
Que dilema, ter que ser parecido com alguém
para ser conhecido por ninguém,
pois ninguém me conhece de verdade,
na verdade prevalece a falsidade,
neste mundo onde posso estar aqui
e falar com quem tá lá,
lá bem pra lá do fim do mundo,
onde eu vou em um segundo,
mas não tenho nem um tempo pra cantar.
O homem só irá cair em si,
quando o si conseguir tornar-se nós.
Fuga
Fugiu por medo e correu,
correu além do cansaço,
sem descanso, onde nem o amor
poderia alcançá-lo;
Tentou voltar mas o tempo
desfez os antigos caminhos
e ofereceu apenas novos rumos,
porém inseguros;
Teve medo, desanimou, quase desistiu,
e se viu solitário num mundo,
não de sonhos, mas sim pecador,
por excluir o desejo de ser feliz;
Ainda sobrevive com pontas de esperança,
segue em frente, devagar, quase parando.
Falta pouco para o fim,
ou para um novo começo;
Ninguém sabe o que nos espera,
nem ele, o Homem.
correu além do cansaço,
sem descanso, onde nem o amor
poderia alcançá-lo;
Tentou voltar mas o tempo
desfez os antigos caminhos
e ofereceu apenas novos rumos,
porém inseguros;
Teve medo, desanimou, quase desistiu,
e se viu solitário num mundo,
não de sonhos, mas sim pecador,
por excluir o desejo de ser feliz;
Ainda sobrevive com pontas de esperança,
segue em frente, devagar, quase parando.
Falta pouco para o fim,
ou para um novo começo;
Ninguém sabe o que nos espera,
nem ele, o Homem.
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