Respostas perguntadas na retórica do sentimento.
Por que faço isso, por que quero aquilo?
Confundem-se mundos sublimes e esperanças de renovações avançam no cérebro inerte do pensamento enlatado.
Porcarias, soluções engrenadas. Como posso andar para o lado?
Corra sempre porque a velocidade é a busca pelo esquecimento. Se viajar mais rápido pode chegar mais a frente sem pensar no passado, mas o passado deste futuro que procura é o seu presente mal aproveitado.
Angustias e agonias infindadas acolhem na mídia o calor da ilusão. A mesmice transviada repele o progresso cordial e a busca por uma paz inalcançável.
Arrotam rótulos e preconceitos inúmeros que o preconceito contra o próprio preconceito começa a questionar o gigante adormecido que hiberna no inconsciente coletivo.
Massas de manobras, marionetes de fetiches e fantoches de manipulação.
Claro que sim.
Juro que não.
Basta o besta.
Agoniza.
E alcança!!!

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